MPB – Música popular Brasileira

O movimento MPB (Música Popular Brasileira)

É uma referência à produção musical nacional desenvolvida após o golpe militar de 1964.

Estão enquadradas nesse período todas as músicas de sucesso no rádio e televisão, independente do posicionamento em relação ao regime militar.

A música sempre esteve presente na rotina das populações nativas do Brasil em rituais e festas religiosas, antes do descobrimento. O canto era entoado para embalar o bate-pau, danças ritmadas com o uso do bambu.

Podemos dizer que a MPB surgiu ainda no período colonial brasileiro, a partir da mistura de vários estilos. Entre os séculos XVI e XVIII, misturaram-se em nossa terra, as cantigas populares, os sons de origem africana, fanfarras militares, músicas religiosas e músicas eruditas europeias. Também contribuíram, neste caldeirão musical, os indígenas com seus típicos cantos e sons tribais.

A música popular brasileira também recebeu influência francesa, manifestada nas tradicionais quadrilhas. A dança em pares, comum nas festas de São João, é uma alegoria às danças da corte francesa.
A música popular brasileira também recebeu influência francesa, manifestada nas tradicionais quadrilhas. A dança em pares, comum nas festas de São João, é uma alegoria às danças da corte francesa.

A partir de 1800, a mistura de influências já resulta na composição de modinhas e popularizam o ritmo lundu. Entre os mais reconhecidos compositores de modinha estão Padre José Maurício Nunes, Francisco Manuel da Silva e Cândido Inácio da Silva.

As composições de modinhas e o lundu foram incrementadas com a sonoridade erudita e influenciam para o surgimento de novos ritmos, como a polca, o maxixe e o choro.

Até 1950, choro e samba revelam nomes que ainda são destaques na música local, como Jacob do Bandolim e Nelson Gonçalves. Essa é a época da chamada “Era do Rádio”, com a influência de intérpretes como Dalva de Oliveira, Caubi Peixoto e Ângela Maria.

Os início dos anos 50 também são destacados pela influência de Cartola, considerado um dos maiores mestres do samba nacional. A melodia de Cartola é revelada também na voz da gaúcha Elis Regina.

Paralelo ao sucesso do samba e do choro, surge nos anos 50 o movimento que ficou conhecido como Bossa Nova. O movimento demonstra o cotidiano local, em especial o carioca e sua malemolência.

A melodia suave foi perpetuada por Tom Jobim, com letras de Vinicius de Moraes. A Bossa Nova evidenciava a mistura da música erudita aos ritmos nacionais e recebeu reconhecimento internacional.

As composições de modinhas e o lundu foram incrementadas com a sonoridade erudita e influenciam para o surgimento de novos ritmos, como a polca, o maxixe e o choro.

O ano de 1870 é tido como ponto de partida do choro, que notabilizou muitos artistas, entre eles Chiquinha Gonzaga. Em 1899, a maestrina e pianista carioca lança “Ó Abre Alas”, a primeira marchinha de Carnaval.

O gênero samba, que surge a partir de 1917, é considerado uma revolução. Inspira compositores como Ernesto Joaquim Maria dos Santos e Mauro de Almeida. Pixinguinha, porém, é sua melhor tradução.

Até 1950, choro e samba revelam nomes que ainda são destaques na música local, como Jacob do Bandolim e Nelson Gonçalves. Essa é a época da chamada “Era do Rádio”, com a influência de intérpretes como Dalva de Oliveira, Caubi Peixoto e Ângela Maria.

Os início dos anos 50 também são destacados pela influência de Cartola, considerado um dos maiores mestres do samba nacional. A melodia de Cartola é revelada também na voz da gaúcha Elis Regina.

Paralelo ao sucesso do samba e do choro, surge nos anos 50 o movimento que ficou conhecido como Bossa Nova. O movimento demonstra o cotidiano local, em especial o carioca e sua malemolência.

A melodia suave foi perpetuada por Tom Jobim, com letras de Vinicius de Moraes. A Bossa Nova evidenciava a mistura da música erudita aos ritmos nacionais e recebeu reconhecimento internacional.

 

 

 

 

 

 

Postagem : Agatha Lompreta

Revisão : Bruna Mello

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